Ir para o conteúdo
Regência Contabilidade

Ferramenta

Diagnóstico de preparação para a reforma tributária

24 perguntas em 8 áreas. O resultado organiza o que merece atenção primeiro, com o critério de classificação declarado. Não há nota, pontuação nem selo de conformidade — e o contato é opcional, depois do resultado.

0 de 24 respondidas

Cadastros

O novo modelo é mais exigente com a qualidade do cadastro, porque ele alimenta diretamente a apuração e o crédito.

O cadastro de produtos está revisado, com classificação fiscal e unidade de medida conferidas?

Cadastro inconsistente hoje produz apuração inconsistente depois.

O cadastro de clientes e fornecedores está atualizado, com endereços e inscrições corretos?

Destino da operação e situação do parceiro passam a ter peso maior.

Os serviços prestados estão descritos de forma consistente entre contrato, documento fiscal e sistema?

Divergência entre as três fontes é origem frequente de retrabalho.

Sistemas

Emissão, escrituração e gestão precisam estar aptos aos campos e conceitos do novo modelo.

O sistema de emissão de documentos fiscais está atualizado para os campos dos novos tributos?

Os documentos fiscais já contemplam esses campos.

Você já sabe o cronograma de adequação do seu fornecedor de sistema?

Adequação de sistema é dependência externa, com prazo próprio.

As integrações entre os sistemas da empresa e a contabilidade estão mapeadas?

Mudanças de layout costumam quebrar integrações silenciosamente.

Documentos fiscais

A informação emitida e a recebida precisam estar corretas, e alguém precisa conferir.

Os documentos emitidos vêm sendo conferidos quanto às informações dos novos tributos?

O período de adaptação é exatamente o momento de encontrar erros sem custo.

Os documentos recebidos de fornecedores vêm sendo conferidos?

O crédito da sua empresa depende do que o fornecedor informa.

Existe um responsável definido por essa conferência?

Rotina sem dono não acontece.

Contratos

Contratos de médio e longo prazo foram celebrados sob uma lógica tributária que vai mudar.

Os contratos de médio e longo prazo que atravessam a transição estão mapeados?

Não dá para renegociar o que não se sabe que existe.

Esses contratos têm cláusula de revisão por alteração de carga tributária?

Sem cláusula, a renegociação depende inteiramente da outra parte.

Os contratos novos já vêm sendo celebrados considerando a transição?

Contrato assinado hoje sem essa previsão vira problema depois.

Precificação

Preço formado sob o modelo atual embute uma lógica de créditos e incidências que muda.

Você sabe qual parcela do seu preço corresponde a tributos hoje?

Sem essa decomposição não há como avaliar o efeito da mudança.

Você sabe qual parte dos seus custos vem de fornecedores que geram crédito?

Cadeias que geram pouco crédito são afetadas de forma diferente.

A empresa já simulou cenários de preço considerando o novo modelo?

Simular cedo permite negociar com fornecedores e clientes com antecedência.

Créditos

O aproveitamento de crédito depende de classificação correta e de documentação consistente.

Custos e despesas estão classificados quanto ao direito a crédito?

Tratar toda despesa como creditável é o erro mais comum e mais caro.

A empresa conhece a posição dos seus créditos acumulados?

Saldos acumulados precisam de tratamento planejado.

Você sabe quais dos seus fornecedores estão em regimes que afetam o seu crédito?

O regime do fornecedor influencia o crédito do adquirente.

Fluxo de caixa

Mudanças no momento de recolhimento e no aproveitamento de créditos afetam capital de giro, mesmo quando a carga total não muda.

O ciclo entre compra, venda e recebimento está mapeado?

É o ciclo que determina a sensibilidade ao momento do recolhimento.

A empresa faz projeção de caixa com horizonte de pelo menos noventa dias?

Sem projeção, a necessidade aparece no mês em que já é urgente.

Existe folga de capital de giro ou linha de crédito disponível para o período de transição?

Transição costuma exigir folga temporária, mesmo em operações saudáveis.

Treinamento

A mudança é de modelo, não de alíquota. Equipes fiscais, comerciais e de compras precisam entender conceitos novos.

A equipe fiscal já foi treinada nos conceitos do novo modelo?

Quem opera a rotina precisa entender o que está fazendo.

As equipes comercial e de compras entendem como a mudança afeta as negociações?

A conversa com clientes e fornecedores muda.

A liderança acompanha o tema com alguma periodicidade definida?

Sem acompanhamento da gestão, a preparação perde prioridade.