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Regência Contabilidade

Especialidade

Contabilidade para importadoras

Uma operação de importação produz, a cada embarque, um conjunto de documentos e valores que precisa virar informação contábil confiável: a declaração de importação, o câmbio, o frete internacional, o seguro, os tributos recolhidos no desembaraço, a armazenagem, a capatazia e o transporte interno. Nosso trabalho é transformar isso em custo correto de mercadoria, estoque coerente e apuração consistente — e manter esse encadeamento funcionando embarque após embarque.

Hermeliano de Oliveira, sócio da Regência, observando a movimentação de contêineres no complexo portuário.

Perfil atendido

Este trabalho costuma fazer diferença para

  • Importadoras por conta própria que trazem mercadoria para revenda ou insumo.
  • Empresas que operam por conta e ordem ou por encomenda e precisam distinguir claramente o próprio resultado do resultado do adquirente.
  • Trading companies e distribuidores com múltiplos fornecedores e moedas.
  • Indústrias que importam insumos e precisam integrar o custo importado à formação do custo de produção.
  • Empresas que estão iniciando a operação e ainda vão habilitar-se para operar no comércio exterior.

O que costuma pesar

Os pontos em que a operação mais sofre

O custo da mercadoria importada raramente fecha sozinho

O valor que sai do fornecedor no exterior não é o custo do produto no estoque. Entre um e outro há variação cambial, frete e seguro internacionais, tributos incidentes na importação, despesas de desembaraço, armazenagem e transporte até o depósito. Quando esses elementos não são atribuídos ao lote correto, o custo unitário fica distorcido e a margem que a empresa acredita ter deixa de existir.

A entrada gera crédito, e crédito exige controle

Tributos recolhidos no desembaraço podem gerar crédito conforme o regime da empresa e a destinação da mercadoria. Aproveitar o que é devido exige que a escrituração converse com a declaração de importação e com a nota de entrada. Onde esse encadeamento se perde, sobra risco: crédito não aproveitado de um lado, crédito indevido do outro.

O estoque é o ponto em que os erros aparecem

Diferença entre o que está no sistema e o que está no armazém, lotes sem custo atribuído, devolução de importação e mercadoria em trânsito são situações comuns. Elas se acumulam em silêncio e aparecem no fechamento, no inventário ou em uma fiscalização.

Câmbio não é detalhe contábil

A data de fechamento do câmbio, a data do registro da declaração e a data do pagamento ao fornecedor raramente coincidem. A diferença entre elas tem efeito contábil e tributário, e precisa ser tratada de forma consistente — não caso a caso.

Escopo

O que está incluído no trabalho

  • Composição e conferência do custo de importação

    Estruturamos a formação do custo por embarque, definindo quais despesas compõem o custo da mercadoria e quais são despesa do período, e conferimos o resultado contra os documentos da operação.

  • Escrituração fiscal e contábil das operações

    Registro das entradas de importação, das saídas correspondentes e dos eventos ligados a elas, com a documentação da operação como referência.

  • Controle de estoque e conciliação

    Conciliação entre movimentação física, movimentação fiscal e saldo contábil, com apuração das diferenças e do que as originou.

  • Apuração de tributos e obrigações acessórias

    Apuração dos tributos incidentes sobre as operações e entrega das obrigações acessórias aplicáveis ao perfil da empresa.

  • Análise dos regimes e tratamentos aplicáveis

    Avaliação do regime tributário e dos tratamentos diferenciados a que a operação pode se enquadrar, com as condições, os requisitos e os riscos apresentados de forma explícita.

  • Acompanhamento do câmbio e das variações

    Tratamento contábil das variações cambiais ligadas às operações de importação e ao passivo com fornecedores no exterior.

Quer saber se isso se aplica ao seu caso?

Descreva a operação de importação da sua empresa — modalidades, volume aproximado e portos utilizados. A partir disso indicamos o que precisa ser avaliado.

Entregáveis

O que você recebe

Sem jargão: o que cada entrega significa na prática para quem vai usá-la.

Custo por embarque
Um demonstrativo que mostra, para cada importação, quanto a mercadoria custou de fato e de onde veio cada parcela desse custo.
Posição de estoque conciliada
O saldo de estoque contábil batendo com o controle da empresa, e a explicação das diferenças quando elas existirem.
Apuração mensal com memória
O valor a recolher de cada tributo acompanhado do caminho que levou até ele, e não apenas o número final.
Demonstrações contábeis
Balanço e resultado do período, com as contas de estoque, custo e variação cambial organizadas de forma legível para quem decide.
Registro das obrigações entregues
A relação do que foi transmitido, quando e com qual conteúdo, para que a empresa saiba a sua própria situação sem precisar perguntar.

Etapas

Como o trabalho acontece

  1. Etapa 1: Entendimento da operação

    Mapeamos como a empresa importa: modalidades utilizadas, fornecedores, moedas, portos, sistemas e quem faz o quê hoje.

  2. Etapa 2: Diagnóstico da situação atual

    Verificamos como o custo vem sendo formado, como o estoque está conciliado e como os tributos da entrada vêm sendo tratados.

  3. Etapa 3: Definição do escopo e das rotinas

    Combinamos o que será feito, quais informações precisam chegar até nós, em que formato e em que momento do mês.

  4. Etapa 4: Implantação e acompanhamento

    Colocamos a rotina em operação, acompanhamos os primeiros fechamentos de perto e ajustamos o que precisar ser ajustado.

Transparência

O que este trabalho não é

Deixar os limites explícitos evita expectativa mal formada — e costuma ser o que distingue uma proposta séria de uma peça de venda.

  • Contabilidade e assessoria fiscal não se confundem com despacho aduaneiro. O desembaraço é conduzido por despachante aduaneiro; nós tratamos do reflexo contábil, fiscal e de custo da operação.
  • Classificação fiscal de mercadoria (NCM), licenciamento e exigências de órgãos anuentes envolvem análise técnica específica e, conforme o caso, outros profissionais. Atuamos em conjunto, sem substituí-los.
  • Não afirmamos, de antemão, qual regime ou tratamento tributário é o mais vantajoso para uma operação. Isso depende dos dados reais da empresa e é objeto de análise.
  • Habilitação para operar no comércio exterior segue requisitos e prazos definidos pelo órgão competente, que não estão sob controle da contabilidade.

Perguntas frequentes

  • Não. O despacho aduaneiro é atribuição do despachante aduaneiro. A Regência atua no que vem antes e depois dele: a estruturação contábil e fiscal da operação, a formação do custo, a escrituração, a apuração dos tributos e as obrigações acessórias. Trabalhamos em conjunto com o despachante da empresa, ou indicamos caminhos quando ela ainda não tem um.

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Informe e-mail ou telefone — pelo menos um dos dois.

Não peça nem envie documentos fiscais ou dados sensíveis neste primeiro contato. Se algum documento for necessário, a equipe indicará o caminho seguro.